O Mangue por músicos brasileiros

Por  Janderson Angelim,  Fabio Bardella e Leandro Souza.

É grande o número de músicos brasileiros, inclusive aqueles que não participaram do movimento, que apontam a importância dos artistas do Mangue Beat para o cenário musical do País.

“Chico Science explorou a vertente que havia dentro daquele regionalismo e conseguiu fazer um sincretismo perfeito com a música eletrônica. Finalmente houve a junção que eu gostaria de ter feito e não consegui”. Declaração do músico Lobão, Que Rock é esse, 2004, p158

“Conhecemos Chico, Nação e Mundo Livre e foi muito legal ouvir o som que eles faziam. O uso dos tambores e a influência do maracatu entraram tão bem no rock, tão bem que eliminaram aquela provável característica de música folclórica (…) esses grupos souberam usar a temática urbana nordestina, a realidade do mangue, dos catadores de caranguejo e a pobreza com a riqueza cultural de forma muito bacana(…) parecia um rock que era feito havia muitos anos daquela forma”.

Declaração do músico Edgar Scandurra, Que Rock é esse, 2004, p142

“Quem ainda não havia entendido Chico Science e Nação Zumbi deixava-se contaminar quando via o grupo ao vivo. Mesmo quem não tinha sido arrebatado pelas letras que eram muito diferentes, não podia deixar de pensar de onde vinha aquele cara, qual era a origem dele. Ao vivo, os tambores eram graves, a guitarra pesada. E o grupo tinha um dos maiores bateristas do Brasil, o Pupilo, e Chico Science, um perfomer sensacional”.

Declaração do músico Ricardo Cruz, Que Rock é esse, 2004, p. 158.

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