Mundo publicitário abre as portas para a internet

Transmissões online atraem novo publico para o mercado da propaganda

Alex Navarro

Propaganda e criatividade andam juntos através das novas parcerias na internet, rádio online se beneficiam

Outro mercado que ficou feliz com as rádios “legalizadas” foi o publicitário. Muitas marcas, grandes ou pequenas, acabam por criar suas rádios para divulgação normalmente interna, seja em seu site particular ou dentro de uma loja.

Por exemplo o serviço para divulgação de promoções referente à marca, comunicado geral a funcionários, normalmente intercalando com músicas com estilo predominante da loja.

A alternativa criada para o combate às rádios piratas, essa pelo próprio Ministério das Comunicações, foi a legalização, através de uma prévia aprovação de pequenas rádios comunitárias, em frequência modulada (FM), e baixa potência (25 watts), que possibilitam atingir um raio de até um 1 Km a partir da antena transmissora.

Antes escondidas no fundo de quintal de casas espalhadas normalmente em comunidades pobres, viviam com a sombra das autoridades, que a qualquer momento poderiam simplesmente intervir sem aviso prévio. Hoje essas rádios que são voltadas a um pequeno e específico grupo, e que normalmente por legalidade não têm fins comerciais, recebem esse apoio do governo para existirem de forma legalizada.

No site do Ministério das Comunicações (www.mc.gov.br), explica-se com detalhes a maneira de se criar esse tipo de rádio de forma legalizada. Acabam também por dar dicas de como manter essas rádios. Nada diferente de uma rádio normal, informação, lazer, educação, mas tudo isso voltado para a comunidade. O único tipo de publicidade que essas rádios estão autorizadas a divulgar pelo governo são as atividades culturais da região, qualquer outro tipo de comercialização não é aceito.

Leia mais sobre rádios piratas:

www.mc.gov.br

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