Hospitais de São Paulo inovam através da Gastronomia

Por Danielle Fialho, Fernanda Vieira, Lane Vilas Boas, Luis André Gasperino e Vanessa Oliveira

Ao contrário do jargão “comida de hospital”, as instituições de saúde oferecem pratos dignos de hotéis

O dia-a-dia da cozinha hospitalar

Antigamente, a alimentação, parte importante do tratamento clínico de um paciente, baseava-se em canjas, sopas, saladas e outros alimentos insossos, com aparências nada saborosas. A famosa expressão “Comida de Hospital” era um adjetivo pejorativo aplicado aos pratos que não aguçavam nosso paladar. Com cardápios nada atrativos, a dieta nem sempre era aderida com facilidade.

A partir dos anos 2000, o cardápio de muitos hospitais particulares foi além de pratos padronizados. Um novo segmento da gastronomia hospitalar faz com que os chefes de cozinha insiram no cardápio dos pacientes receitas sofisticadas, tendo sempre o cuidado minucioso com a questão nutricional e as restrições alimentares de cada pessoa.

< Imagem de Amostra do You Tube

O chefe de cozinha utiliza suas habilidades e sofisticação para incrementar as receitas, juntamente com as orientações da nutricionista, que é especialista nas restrições conforme cada quadro clínico. O resultado do trabalho foi cristalizado em serviços hoteleiros dentro de hospitais.

Hoje, diversas instituições possuem unidades especialistas em unir restrição alimentar a um paladar sofisticado, dispondo um menu diário que estimula o tratamento e o bem estar de quem está internado.

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