Ateliê reúne artistas ‘ecológicos’ na Moóca, em São Paulo

Por Luis Antonio Vidal, Rafael Susyn, Vicente Conte, Evelyn Haas e Everton Furlan

Localizado no bairro da Moóca, o Ateliê Nobre Sucata foi criado em 2003 por dois estudantes da Escola Panamericana de Arte. O objetivo deste espaço é reunir esses recém formandos em uma conjunção de ideias e experiências artísticas, assim como nos ateliês do século XVIII, onde buscaram inspiração.

Caetano, Conte, Loureiro e Miura

Materiais recicláveis e sucata se transformam, a todo tempo, em arte. Daí o nome Nobre Sucata. O Ateliê ganhou notoriedade, e o que era antes feito por duas pessoas, passou a ser feito por quatro. Inspiração é um dos sentimentos que motiva esses seres humanos que respiram as artes plásticas. Sempre buscando uma interação entre si, este  templo da arte não tem fins lucrativos. Essa troca de experiências, filosofias e produções artísticas pode ser vista e sentida através de várias exposições ja realizadas pelo grupo.

Entre os locais em que ja exporam, o grupo ja percorreu casas de cultura e galerias em geral. Porém, os integrantes do grupo comentam que as dificuldades de expor na cidade de São Paulo ainda são enormes. Falta de incentivos em geral são uma das maiores dificuldades, além dos alto custos para inscrições em galerias mais refinadas e matéria prima. O mercado da arte ser fechado em um nicho reservado a poucos também dificulta as coisas. Mas mesmo com todas essas dificuldades o Ateliê Nobre Sucata continua firme, arcando com os custos de sua paixão, a arte.

Conte utiliza materiais vindos do lixo

Loureiro, busca novo surrealismo

Autodidata, Nego ja decorou casas noturnas

Influenciado por livros, Caetano começou a desenvolver suas obras

Cris Miura transforma placas e madeira em arte

Ateliê promove projeto social

Obra de arte?

Entrevista com Sheila Melo, voluntária do projeto Reciclar

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